Novo papa deve “estar habilitado a uma mundialização”

Manuel Clemente, bispo do Porto, sublinhou hoje que o novo papa deve “estar habilitado a uma mundialização” e “não pode ser eurocêntrico, porque o mundo já não o é”.

Antes de participar no debate “Justiça e Sociedade”, no Centro de Estudos Judiciários, Manuel Clemente referiu que “não arrisca” um perfil do sucessor de Bento XVI, papa emérito, mas referiu que “os cardeais certamente pensarão muito bem no que representa hoje o papado”.

“Mesmo para crentes e não crentes, uma grande instituição mundial, como é a igreja católica, tem de ter, no seu centro, alguém muito habilitado a essa mundialização também”.

Num dia em que os cardeais estiveram reunidos em congregações gerais, para decidir quando será marcado o conclave, Manuel Clemente acrescentou que o novo papa deve saber “corresponder àquilo que vem da velha Europa, e também de outros continentes”, como a América – “sobretudo a América Latina” – a África e “algumas regiões da Ásia”.

Agência Lusa|4/mar/2013


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