Apps pastorais: SoundCloud.com

soundcloudNo nº 6 de 07 de fevereiro de 2013 propusemos o bible.is, em português.

Hoje propomos o SoundCloud.com.

SoundCloud é uma plataforma online de publicação de áudio. Nesta plataforma qualquer pessoa pode criar e partilhar os seus ficheiros de áudio. Gravar e fazer upload de sons para o Soundcloud permite que as pessoas partilhem facilmente quer nas redes sociais, blogues, sites, etc. Podemos dizer que é uma aplicação em que podemos colaborar, partilhar, promover e distribuir as nossas criações áudio.

Como rede social que é temos a opção de selecionar e seguir canais do nosso interesse, marcar pistas como favoritas, descarregar a maior parte dos arquivos, recomendar a outras pessoas.

Esta aplicação pode ser descarregada para dispositivos com IOS e Android.

Qual a utilidade pastoral?

É uma aplicação ideal para realizar coleções de podcasts, canções, homilias, palestras e conferencias organizadas nas nossas paróquias e disponibilizar a todo o mundo digital que queira ouvir.

Pré-requisitos?

Quase nenhuns! Basta ter um smartphone e gravar! Poderão sempre gravar na aparelhagem da igreja e depois fazer o uploaddo mp3! A qualidade do som será muito melhor.

É possível testar esta aplicação: para tal basta visitar o canal do Padre João Seabra, https://soundcloud.com/encarnacao.

Links

iPhone iPad | Androide

Escrito para Semanário Ecclesia|Nº 11 | 14 de março de 2013

#iOracionPapa — #iOrarPapa

Unidos em oração pelo novo Papa

VaticanoBento XVI deixa de ser Papa, hoje, quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013, às 20h. E a Igreja entrará em período de Sede Vacante. Um facto que nenhum de nós presenciou até agora é também um facto de grande relevância para a nossa Igreja. O Conclave que se avizinha decidirá, iluminado pelo Espírito Santo, quem será o sucessor de Pedro.
O Papa repetiu, nos últimos dias, a importância de nos unirmos todos em oração neste momento tão importante — «Peço-vos que me recordeis diante de Deus, e sobretudo que rezeis pelos cardeais chamados a uma tarefa tão relevante; e pelo novo Sucessor do Apóstolo Pedro: que o Senhor o acompanhe com a luz e a força do seu Espírito» (Última Audiência Geral). Colocarmos a Igreja nas mãos de Deus e pedir ao Espírito Santo que sopre com força e derrame abundantemente a sua graça naqueles que terão a missão de eleger (cardeais) e naquele que, posteriormente, assumirá o «peso» de toda a Igreja.
Por isso, lançamos esta nova iniciativa pelo Twitter sob a hashtag #iOracionPapa [#iOrarPapa em português]: para rezar juntos, para pedir pelo novo Papa, pela sua missão, por aqueles que têm de o eleger… A campanha começará amanhã, dia um de Março, e viverá um momento de grande intensidade no dia do começa do Conclave, dia em que convidamos todos a uma participação mais intensa no Twitter para que as nossas orações se unam numa só voz pelo novo Papa.
Contamos convosco! É tempo de oração!
© Tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013

”Nas redes sociais precisamos de escutar muito, responder pessoalmente, e transmitir mensagens de esperança”

Entrevista a Xiskya Valladares Paguaga, uma religiosa ”tuiteira”

Roma, 29 de Janeiro de 2013 (Zenit.org). Rocío Lancho García

“Foi mais ou menos há 2 anos que descobri a existência de três elementos inseparáveis na minha vida: o jornal diário, a máquina fotográfica e a Bíblia. Não concebo uma espiritualidade abstracta que não se encarne na realidade do mundo hodierno. Por isso considero necessário estar ao par da atualidade. E nem sequer entendo essa mesma atualidade sem a fotografia que a imortaliza. Porém, não estou a falar da fotografia documental, mas sim de todo o tipo de imagem que exprime realidades que na maioria dos casos não se podem narrar com as palavras. Finalmente, isso seria inútil sem a Palavra de Deus que dá sentido a tudo e sem o podermos partilhar pessoal e virtualmente”. É assim que se apresenta na sua página web Xiskya Valladares Paguaga, uma religiosa da congregação Pureza de Maria, que vive em Palma de Maiorca, Espanha, filóloga e jornalista, uma religiosa ativa e empenhada na evangelização através das redes sociais.

Como é que nasceu em si esta curiosidade, interesse pelas redes sociais?

Xiskya Valladares: Quando surgiu o movimento de 15M [movimento chamado assim pelo 15 de Maio, ou seja dos “indignados”, surgido em Espanha nessa mesma data, com acampamentos na Porta do Sol de Madrid e de outras praças, de organizações citadinas cujo lema comum era democracia real e já] interessava-me acompanhar de perto as suas mensagens para contrastar a informação que aparecia nos jornais com que eles mesmos transmitiam através do Twitter. Tenha em consideração que uma das minhas competências ou profissão é aquela do jornalismo. A partir daí dei-me conta da surpresa que provocava em muita gente o facto de encontrar uma religiosa, de hábito, nas redes sociais. Alguns pensavam que era um perfil falso e naquele momento tive que dar várias explicações e demonstrações de que era autêntica. Porém, o que despertou a minha vocação para evangelizar através das e nas redes foi a JMJ de Madrid 2011, visto que muitas pessoas me agradeciam para que lhes enviasse mensagens em tempo real com o twitter. Aí descobri a grande potencialidade que este meio constitui para a missão evangélica.

O papa dedicou uma mensagem à Jornada Mundial das Comunicações precisamente às redes sociais. O que é que lhe pareceu dessa mensagem?

Xiskya Valladares: Gostei muito porque coincide exatamente com muitas das ideias que também já começamos a reflectir sobre elas na iMisión. É uma mensagem atual, aberta, profunda e que pode encorajar muitos religiosos a subir para o carro da evangelização através das redes sociais. Por isso resulta-me surpreendente que muitos meios de comunicação generalistas em Espanha não tenham comentado nada sobre esta mensagem, quando é tão moderna e cheia de esperança.

Como é que se comunica a mensagem de Cristo através das redes sociais?

Xiskya Valladares: Creio que em primeiro lugar se trata de uma forma de estar e de nos relacionarmos. O próprio papa disse-o bem claro na sua chamada de atenção para viver a autenticidade. E se somos autênticos, teremos que transmitir os valores do Evangelho, mesmo quando recebamos insultos ou ridicularizações pela nossa fé. É a oportunidade de viver esse dar a outra face a que Jesus nos chama, sem deixarmos de ser claros e decisivos sobre os princípios fundamentais da doutrina. Em segundo lugar, penso que devemos dar testemunho de comunhão entre nós, com a Igreja e com o seu Magistério. Que todos sejam um, disse Jesus, para que o mundo acredite… Em terceiro lugar, acolher e consolar todos aqueles que nos pedem orações, para rezarmos por eles, pedem aconselhamento para os seus problemas ou se aproximam de nós feridos por algum motivo. Por isso, necessitamos de escutar muito, responder pessoalmente, e transmitir mensagens de esperança. Em suma, a vida real levada até à virtual, assim como nos foi pedido pelo papa na sua mensagem.

Há pouco mais de um mês que o papa abriu a sua conta no Twitter, isso tem sido um estímulo para que os religiosos sejam mais activos na rede social?

Xiskya Valladares: Penso que sim. Que há um despertar para o sexto continente, o digital. E que o papa nos está a dar o exemplo, não são só teorias. Isso é importante. Antes, qualquer pessoa me podia interrogar, o que é que faz uma religiosa metida nas redes sociais, como se isso fosse incompatível com a minha vocação; agora ninguém me interpela, porque até o próprio papa está no Twitter. De facto, na iMisión continuamos a receber pedidos para a realização de cursos, para pessoas da Igreja que estão mais interessadas por este tipo de evangelização. E, isto parece-me muito importante. Como diz o próprio papa na sua carta, nas redes estão presentes todas as inquietudes e desejos do coração de cada ser humano. E a Igreja deve estar presente. Nós somos Igreja. Temos algo de muito importante para transmitir como resposta a todas essas inquietudes e desejos do coração humano. Aprendendo ao mesmo tempo e com muita humildade dos outros, porém não podemos guardar exclusivamente para nós o tesouro que recebemos como dom: o próprio Cristo e a sua mensagem.

Que vantagens oferecem as redes sociais para a nova evangelização?

Xiskya Valladares: Permitem-nos escutar o lamento do nosso mundo de hoje, permitem-nos dar uma resposta a esse lamento; ajudam-nos a chegar onde nunca teríamos chegado através dos meios tradicionais; permitem-nos unirmo-nos na missão; ajudam-nos a rezar por um maior número de pessoas; põem-nos em movimento para dar as respostas mais criativas às necessidades pastorais que somos capazes de captar; ensinam-nos a trabalhar em equipa e a criar sinergias dentro da mesma Igreja. E que tudo isso dê o seu fruto graças ao Espírito Santo que atua em cada um de nós. Por outro lado, de forma mais pessoal, ajudam-nos a viver com mais humildade mesmo quando nos insultam ou quando contemplamos as situações difíceis nas quais vivem muitas pessoas, ajudam-nos a sermos mais agradecidos pelos dons recebidos.

Já mencionou pelo menos duas vezes o projecto #iMisión. Poderia contar-nos de que se trata?

Xiskya Valladares: Trata-se de uma rede de missionários do sexto continente, o que nós acabamos por chamar iMisioneros. Uma manhã de Junho o H. Daniel Pajuelo, @smdani, e eu tivemos uma conversa em que partilhamos uma série de preocupações sobre a temática da evangelização na Internet. Dessa conversa nasceu iMisión. Nesse mesmo Verão, tanto ele como eu nos dedicamos à reflexão e à oração pelo projeto. Quando retomamos o curso no mês de setembro convidamos outras pessoas para que também elas fizessem parte da equipa que coordenava o projeto. Desde então, temos vindo a realizar uma série de iniciativas nas quais queremos envolver todos os que se identificam e unem ao projecto como colaboradores. A mais importante foi a de iEvangelizar da qual nasceu o nosso Decálogo que é a base teórica daquilo que significa para nós evangelizar na Internet, ou seja, que é a mesmo coisa: ser iMisionero. O mais importante para nós é criar uma rede internacional de iMisioneros no mundo que falem a língua espanhola, oferecer e receber formação no âmbito deste tema técnico e sobretudo da evangelização na Internet e organizar um congresso de iMisioneros que seja a semente de um novo vigor evangélico na rede.

9.844 [hoje, 08|fev|13, 10.117] Followers [seguidores] atualmente no seu perfil. Quando iniciou, pensava que isso seria possível?

Xiskya Valladares: O que é que será! Nunca pensei que poderia chegar a estes números. De facto quando cheguei a mil seguidores já me pareciam muitíssimos. Pensava comigo mesma o que é que pode interessar ao mundo tuiteiro aquilo que uma freira tem para dizer?. Porém, creio que as pessoas agradecem a nossa presença, pelo menos dizem-me que é uma maneira de nos sentirmos mais próximos e quem nos dera que muitas outras religiosas se enchessem de coragem para isso.

Que dificuldade encontrou no seu trabalho como ‘tuiteira’?

Xiskya Valladares: A primeira dificuldade com que me deparei foi a dos ‘trolls’, houve uma época em que não me deixavam em paz. Durante uma semana recebi só em quatro dias mais de 50 tuits diários ofensivos. Porém os ‘trolls‘ abandonam quando tu não os alimentas ou quando as tuas respostas não entram no jogo deles. Há bastante tempo que me deixaram em paz, à parte algumas excepções esporádicas.

A segunda dificuldade é o tempo, tendo em conta que gosto de responder pessoalmente a todas as interpelações. Até que te organizas melhor, aprendes ferramentas úteis que facilitam o trabalho, e que de alguma maneira com o Twitter incorporas na tua rotina.

A terceira dificuldade é a luta diária que tens que ter contigo mesma para aprender que os elogios não te devem exaltar, inchar, nem os insultos te devem derrubar ou afundar. Para isso é fundamental a oração e o apoio da equipa. Nunca nos podemos esquecer que somos servos inúteis

Como é o dia-a-dia de uma religiosa ‘tuiteira’? Como o concilia com as outras suas obrigações?

Xiskya Valladares: Agora mesmo com muitíssima organização. Tenho que dar aulas numa universidade, escrever para alguns meios e revistas, sou diretora da revista Mater Puríssima, tenho que coordenar uma sala de imprensa, de comunicação, preparar as conferências que me pedem, trabalhar na minha tese de mestrado e fazer a vida comunitária com todos os compromissos que isso implica, de reuniões, oração, excursões, etc. Twitter levo-o no telemóvel por isso escrevo quase sempre enquanto caminho pelos passeios, e tenho sobretudo dois momentos ao dia em que dedico meia hora para responder; além disso, para os tuites que não são pessoais utilizo algumas programas com as quais programo o seu envio automático. Para as outras coisas costumo dedicar dois dias por semana para a tese e as publicações, umas horas para a sala de imprensa e a revista, e o resto para preparar as lições, corrigir os testes, etc. Como te dizia, é necessário ter muita organização e tens que calcular muito bem o teu tempo.

A Xiskya Valladares podem segui-la em @xiskya.

(29 de Janeiro de 2013) © Innovative Media Inc.

Tradução de Domingos Ribeiro da Costa

29 maneiras de manter a criatividade

O site da revista americana de negócios Fast Company publicou uma lista desenvolvida por uma empresa japonesa com 29 maneiras de manter a criatividade.

 

Algumas dicas da lista: Faz listasexperimenta a escrita livrefaz intervalosescuta músicas novassê receptivo (às novas ideias, aos elogios, às críticas, a conhecer o novo…) – pede feedback –  colaboranão desistaspratica, pratica, pratica! – conta as tuas bênçãos – arrisca – quebra as regras! – pára de tentar ser perfeitotiveste uma ideia? Escreve-a  – termina alguma coisa.

 

O YouTube na pastoral

©jonsson

©jonsson

O  crescimento de vídeos na web, do qual o YouTube é um ícone, ampliou o repositório de conteúdos livres que podem e devem ser utilizados no nosso trabalho pastoral. Nunca foi tão fácil localizar, produzir e distribuir vídeos online, como hoje.

Os vídeos são cada vez mais utilizados como recurso pedagógico, como recurso pastoral. Se uma imagem vale por mil palavras, qual será o valor de um vídeo? Há vários e múltiplos estilos de aprendizagens e de múltiplas inteligências: muitos aprendem melhor quando submetidos a estímulos visuais e sonoros. Hoje qualquer um pode capturar, editar e compartilhar pequenos videoclipes, utilizando equipamento (caros ou baratos) e softwares gratuitos e livres.

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O Facebook na pastoral

©Poster Boy NYC

©Poster Boy NYC

Hoje falamos em Web 2.0, conhecimento 2.0, educação 2.0, pastoral 2.0. Mas o que quer isso dizer, na realidade? Podemos dizer que esta denominação de 2.0 (Darcy DiNucci, 1999) se caracteriza pela capacidade de partilhar  informação e colaboração  entre os usuários; interacção  entre as pessoas; a criação  conjunta de conteúdos. Desenvolve atitudes de altruísmo  (potenciar, criar e partilhar conhecimento, tornando-o acessível a todos), colaboração  (pessoas que, juntamente com outras, constroem e elaboram o conhecimento) e respeito  (partilhar significa que o criador põe à disposição dos outros o seu trabalho, merecendo grande respeito, através da citação das fontes). A Web 2.0 desenvolve competências (Juan José de Haro, 2011): a capacidade de gerir o próprio conhecimento; o espírito criativo (capacidade de inovação); o pensamento crítico (para resolver problemas, planificar projectos, investigações e sua conclusão). As redes sociais são ferramentas de comunicação e a educação/evangelização realiza-se, basicamente, através da comunicação. É um ambiente informal em que qualquer indivíduo se sente à vontade para comunicar, partilhar e interagir.

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Aplicações iOS – pastoral

©Pixel Fantasy

©Pixel Fantasy

Esperamos que estas aplicações possam ser uma mais valia no nosso trabalho pastoral. A XIII assembleia geral ordinária dos Bispos, no documento A nova evangelização para a transmissão da fé cristã afirma no nº 60 que as “novas tecnologias digitais deram origem a um verdadeiro e próprio espaço social, cujos laços são capazes de influir sobre a sociedade e sobre a cultura” (n.60) e que “a influência que eles exercem depende da percepção de nós mesmos, dos outros e do mundo” (n.60). Afirma, também, que o mundo da comunicação “oferece uma enorme possibilidade e representa um dos grandes desafios da Igreja”

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O Twitter na pastoral

O ponto de partida para um novo twitter é o que está a acontecer? Isto é, é uma rede social que se interessa com o que está a acontecer no mundo, no teu país, na tua cidade, na tua paróquia, etc. É uma forma rápida e muito ágil de dar a conhecer as actividades que estamos a desenvolver na nossa paróquia.

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iEvangelizar na Internet

É o amor de Deus que nos move a evangelizar na internet.

Marko Rupnink exemplifica bem este desejo na sua ilustração: um homem que carrega um computador durante o seu louvor a Deus. É este amor que nos move a todos os que evangelizamos na Internet.

©Marko Ivan Rupnik

©Marko Ivan Rupnik

Marko Rupnik – nasceu em 1954, em Zadlog, Eslovénia. Em 1973, entrou para a Companhia de Jesus. Terminou os estudos na Academia de Belas Artes em Roma. Estudou Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana e, em 2001, obteve aí o seu doutoramento com uma tese sobre o significado teológico e missionário da arte. É professor de Espiritualidade do Oriente Cristão no Pontifício Instituto Oriental e de Teologia da Evangelização na Universidade Gregoriana. É diretor do Centro de Estudos e Pesquisas «Ezio Aletti», que se dedica ao estudo da relação entre fé e cultura na Europa contemporânea, tendo em conta a tradição cristã do Oriente e do Ocidente. Os seus famosos mosaicos aliam, com sucesso, tradição e modernidade, conferindo à arte um papel nobre ao serviço da liturgia. Em Fátima, na Igreja da Santíssima Trindade, podemos apreciar um dos seus magníficos painéis.