Visita virtual pela Capela Sistina em 3D

Entre os muitos recursos que podemos encontrar no site do Vaticano, tem um que é especialmente interessante: A Capela Sistina em 3D.

Podemos navegar entre suas pinturas fazendo zoom e movendo o mouse pela área, descobrindo muitos detalhes que poderíamos perder em uma visita real. Muito mais completa do que a visita virtual da Basílica de São Pedro, que também podemos encontrar no mesmo site.

Uma verdadeira obra de arte que vale a pena ser desfrutada com tempo.

[youtube http://youtu.be/3BsDyiGCZnY]

Surpresa!

PapaFrancisco2©L'OSSERVATORE ROMANO

[Filipe d’Avillez|ActualidadeReligiosa|Tinha de ser. Passámos todos os último mês a estudar todos os “candidatos” a Papa, eu fiz mais de uma dúzia de perfis de potenciais papas e a escolha foi recair sobre um homem que, honestamente, ninguém esperava. Bom, assim também é mais giro!
Que dizer então desta eleição e deste novo Papa? Em primeiro lugar destaca-se o facto de ele ser um Papa de estreias. O primeiro jesuíta, o primeiro sul-americano e o primeiro Francisco. Notável.
Confesso que fiquei muito bem impressionado com a apresentação dele. É claro que não é nem vai ser um homem muito carismático, mas a humildade que demonstrou, pedindo oração e não só incitando à oração, como rezando mesmo as orações mais básicas do Cristianismo com a multidão, foi muito tocante. Achei-o trémulo nas orações, será que não domina o italiano? Ao que parece não será um poliglota, poderá ser uma dificuldade. Por outro lado, talvez fosse só emoção.
Do que sabemos dele parece um homem que leva muito a sério os seus votos de pobreza e que, sendo jesuíta, não é da ala liberal pela qual essa ordem tem-se tornado conhecida nos últimos anos. Vive de forma humilde, cozinha para si mesmo e anda de transportes públicos. Acima de tudo parece que odeia o “carreirismo eclesiástico”, tendo evitado sempre cargos na Cúria, por exemplo.
Um conhecido vaticanista citou, no início de Março, um cardeal anónimo que teria dito que se a Igreja queria limpar a Cúria romana, então que chamassem o Bergoglio que ele tratava do assunto como ninguém. Ao que parece os outros cardeais estavam atentos e não me parece ser exagero dizer que foi mesmo para isso que o elegeram. Vejamos se isso se confirma ou não.
Este facto pode estar reflectido no nome. É preciso coragem para estrear um nome no Vaticano. Imediatamente pensámos todos em São Francisco de Assis, não só um exemplo de humildade mas o exemplo de um homem que reformou e restaurou uma Igreja a atravessar uma fase de decadência. Também já vi referências a São Francisco de Xavier, que também era jesuíta, mas pelo perfil arrisco-me a dizer que o nome é uma referência mais explícita ao primeiro.
Falemos agora da eleiçãopropriamente dita. De facto ninguém acreditava que Bergoglio seria uma possibilidade forte, apesar de se dizer que no último Conclave ele tinha sido o segundo classificado, sobretudo por causa da sua idade, 76 anos, e tendo em conta que todos falavam de um Papa mais novo.
Não acredito que Bergoglio tenha sido um nome forte logo à entrada para o Conclave. Inclino-me mais para outra interpretação, ressalvando que isto é tudo especulação. Penso que nas primeiras votações poderá ter acontecido como no Conclave de 1978 que elegeu João Paulo II. Dois blocos aparentemente irreconciliáveis, a dividir os eleitores.
Perante este cenário, e sem soluções ao fim de um dia e meio de votações, os cardeais poderão ter optado por um candidato de compromisso, alguém que tem, sim, fama de reformador, e que não é nem demasiado liberal nem demasiado conservador. Até a idade poderá ter-se tornado, neste caso, uma vantagem, uma vez que sendo assim não é de se esperar um pontificado muito longo. Surgirão, como sempre surgem, alegados relatos do que se passou mesmo no Conclave, mas certezas nunca teremos.
O que podemos esperar de Sua Santidade Francisco para os próximos anos?
Diálogo inter-religioso: O Papa vem do país sul-americano com maior número de judeus e de muçulmanos. Os primeiros, em particular, têm-no em alta estima. A julgar pelo nome que escolheu, estará certamente disposto a estender a mão aos muçulmanos também.
Ecumenismo: Tem fama de promover diálogo e encontros ecuménicos no seu país. Ao ponto de alguns tradicionalistas o acusarem de ir longe de mais, (os tradicionalistas têm muito mais a dizer sobre ele… já lá vamos). Espero dele uma abertura ao diálogo e disposição a abordá-lo de forma “desarmada”, o que pode ser muito bom. Por outro lado, a sua própria falta de sentido de tradição poderá levantar suspeitas do lado ortodoxo.
Relação com os meios de comunicação social: É dúbio. Aparentemente, mesmo como bispo, não dava entrevistas. Não antevejo uma alteração em relação à linha latina que tem dominado o Vaticano desde… sempre. Isto é, forte desconfiança dos jornalistas, pouco à vontade, falta de sentido de oportunidade e de timing. Claro que isto não depende só dele… Será que vai dar espaço aos profissionais, como Greg Burke, contratados para gerir a comunicação do Vaticano? Espero que sim, mas não é uma esperança muito grande, sinceramente.
Questões “fracturantes”: Pelo que tenho visto estamos perante um homem de convicções firmes mas com flexibilidade pastoral. Penso que se isso se confirmar será uma boa notícia. Li, mas não posso confirmar, que defende o uso de preservativo para evitar contágios, mas que se opõe à mentalidade contraceptiva, o que me parece sensato. A comunidade pró-vida na Argentina ficou contente com a sua eleição, o que me parece positivo e já envolveu em “conflitos” com o Governo da Argentina por ter condenado a adopção por “casais” homossexuais, pese embora reafirme a posição católica de que as pessoas com tendências homossexuais devem ser acolhidas com amor pela Igreja.
Liturgia: Aqui não prevejo novidades muito boas. Com Bento XVI estávamos a assistir a uma “reforma da reforma” que procurava recuperar a solenidade que em muitos locais se tinha perdido com a reforma litúrgica dos anos 60. A reabilitação do rito tridentino era uma parte desse esforço, mas uma das coisas de que os tradicionalistas o acusam é de ter feito tábua rasa do “Sumorum Pontificum” na sua diocese e de ter “perseguido” os padres tradicionalistas que, por exemplo, queiram andar de batina.
São críticas que devem ser lidas precisamente com um sentido crítico, mas admito que fiquei francamente chocado com o tom da reacção num dos blogues católicos tradicionalistas mais fiáveis e influentes da Igreja. Para terem ideia, o título é “O Horror” e o texto é escrito por um argentino. Dito isto, se tivesse sido eleito D. José Policarpo, consigo imaginar muito boa gente a escrever um texto idêntico sobre ele, mas nós que vivemos mais perto, sabemos que um homem é mais do que a soma das suas falhas.
Contudo, isto leva-me ao último ponto, um que terá de ser tratado pelo Papa Francisco. A questão do diálogo com a Sociedade de São Pio X… Penso que os herdeiros de Lefebvre ainda se vão arrepender de não terem agarrado com unhas e dentes o ramo que Bento XVI lhes estendeu. Não prevejo qualquer cedência do Vaticano para eles nos próximos anos. Se isso é bom ou mau, cada um que decida, mas tenho pena pela oportunidade perdida, mais que tudo.
Finalizo com duas ideias que me parecem importantes. Não terei sido o único a sentir até um picozinho de decepção quando na varanda de São Pedro surgiu um homem inesperado, por quem não tinha nenhuma em particular. A primeira reacção de muitos terá sido algo do género: “Ah?!”
Mas embora não tenha sido nascido na altura, recordo que com João Paulo II se passou exactamente a mesma coisa. Consta que todos esperavam que surgisse um africano depois de terem ouvido pronunciar o seu nome… No entanto ele foi quem foi. João Paulo o Grande.
Pelo que citarei agora o meu bom amigo padre Arsénio que, quando questionado sobre este assunto num debate televisivo recentemente, disse apenas: “Nós [os portugueses] gostamos muito do Santo Padre. Não é por ser este ou aquele, é por ser o Santo Padre”. Parece-me a atitude certa.

Será Francisco I o Papa da Primavera de que a Igreja precisa?

PapaFrancisco3©L'OSSERVATORE ROMANO

[Manuel Pinto|religionline|14/mar/2013] A Igreja precisa de uma nova primavera. Dizia-o ontem o Bispo do Porto, em comentário à surpreendente eleição do Cardeal Bergoglio, publicado numa edição extra do diário da Renascença Página 1. Muitos outros católicos sintonizam com esta perceção, certamente.
Um Papa tem uma capacidade ao mesmo tempo limitada (porque está longe de ser a Igreja toda) e muito significativa (pelos gestos, pelas iniciativas e pelo rumo que pode tomar).
Estes tempos de transição são tempos de ler sinais:

  • Quem é afinal o homem e o cardeal que levou os seus colegas a escolhê-lo?
  • Que pode significar um papado de visão universal, mas a partir do ‘grande Sul’ do planeta?
  • Que significado, estilo ou programa estará contido no nome que adotou?
  • Como será capaz de fazer prevalecer os valores evangélicos da fraternidade, da justiça, da simplicidade e da paz sobre as pompas, ostentações e mundanidades?
  • Que orientações vai seguir face a alguns dos grandes problemas com que a Igreja Católica se está a debater nestas últimas décadas?
  • Será Francisco I o Papa da primavera de que a Igreja precisa?

Os tempos que aí vêm vão ajudar a dar respostas a estas e tantas outras perguntas. Sendo que essas respostas também dependem de todos nós, como o novo Pontífice ontem bem demonstrou no modo como se apresentou aos católicos e a todas as pessoas de boa vontade.
Valeria a pena trocarmos opiniões sobre estas perguntas.

15 Curiosidades do Vaticano

1.  O Vaticano é o menor país do mundo, considerando-se como país um Estado independente, com território e governo próprios.
2.  Situa-se na cidade de Roma, na margem esquerda do Rio Tibre e Ocupa área de 0,44 km².
3.  A cidade é rodeada por muralhas medievais e renascentistas, com exceção da parte sudeste, onde se localiza a Praça de S. Pedro.
4.  A língua oficial é o latim, embora só seja utilizado em documentos oficiais e em rituais cerimoniais. A língua falada é o italiano.
5.  O termo cidade do Vaticano é referente ao Estado, enquanto Santa Sé é referente ao governo da Igreja Católica efetuado pelo Papa e pela Cúria Romana.
6.  A população vaticana é composta por membros da Igreja, que devido às suas funções, residem lá.
7.  O papa exerce um poder absoluto. Delega o seu poder executivo a um governador nomeado, que depende diretamente dele.
8.  Pode-se considerar o Vaticano como uma autocracia, porque todos os poderes (executivo, legislativo e judiciário) estão concentrados na figura do Papa,
9.  O país mantém um canal de donativos conhecido como “Óbolo de São Pedro”, onde doadores remetem os fundos diretamente ao Santo Padre.

©Dylan Martinez:AFP

©Dylan Martinez:AFP

10. A maior e a mais bela igreja do mundo é a Basílica de São Pedro. Ocupa área de 15 mil metros quadrados e tem capacidade para 60 mil fiéis.
11. Os museus do Vaticano contêm os afrescos de Michelangelo Buonarroti na Capela Sistina, uma das maiores atrações turísticas da cidade.
12. O Palácio do Vaticano é um dos maiores do mundo e contém valiosas coleções de obras de arte.
13. A Cidade do Vaticano encontra-se inteiramente dentro da capital italiana de Roma. Por conseguinte, a sua defesa militar é prestada pela Itália.
14. Guarda Suíça é o nome que recebe o grupo de soldados contratados para proteger o Papa. Foi criado no século XV.
15. Com poucas exceções, como a China e a Coréia do Norte, a Santa Sé possui representações diplomáticas (Nunciatura Apostólica) com quase todos os países do mundo.

Fonte

foto do dia, 11 de março de 2013

©Chris Helgren:Reuters

©Chris Helgren:Reuters

A eleição do sucessor do papa emérito Bento XVI chama a atenção da imprensa mundial. Cerca de 5.000 jornalistas; mais de 1.400 veículos de imprensa; 24 idiomas; 65 países; obtiveram credenciais (autorização) para a cobertura do conclave.

De acordo com o Vaticano, estrutura semelhante ocorreu quando o papa João Paulo II morreu, em 2005, e, em seguida, houve a eleição de seu sucessor Bento XVI.

O Conclave, aplicativo da AppStore

(Zenit.org) – Às vésperas de ser iniciada a reunião de eleição do novo Papa, o Conclave, a App Store acaba de lançar um aplicativo exclusivo com informações sobre este acontecimento histórico para toda a Igreja Católica.

O aplicativo “Conclave” traz notícias, vídeos, curiosidades, orações e até a transmissão de uma câmera localizada na Praça São Pedro, pela qual os usuários poderão acompanhar ao vivo a fumaça que sairá da chaminé após cada votação.

“Este é um momento importante da Igreja Católica que quero acompanhar de perto, por isso instalei o aplicativo em meu celular”, comenta André Figueiredo, da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, da cidade de São Paulo. “É bem atualizado e sempre vejo o vídeo com o Vaticano ao vivo”, explica.

O aplicativo “Conclave” está disponível para iPhone, iPad e iPodtouch pelo link http://itunes.apple.com/app/id604175323.

 

Foto do dia. Sede vacante

©News.va

©News.va

Enquanto Bento XVI concluía, em Castel Gandolfo, o seu pontificado, no Vaticano, foram lacrados os aposentos pontífícios situados no terceiro andar do Palácio Apostólico. A cerimónia foi presidida pelo cardeal e Secretário de Estado do Vaticano, Tarcisio Bertone.

©News.va

©News.va

 

Como se escolhe um Papa?

À porta fechada, sob grande secretismo e isolamento. É neste clima único no mundo que decorre o conclave em que é escolhido o futuro Papa.

©Público|11/02/13

©Público|11/02/13

Dentro de 20 dias no máximo, o conclave de cardeais terá de iniciar o processo de escolha do novo sumo pontífice. Segundo dados do Vaticano, 118 cardeais, de 66 países, todos com idades inferiores a 80 anos, vão reunir-se na Capela Sistina, no Vaticano, e decidir o sucessor de Bento XVI.

Portugal tem actualmente três cardeais no Colégio de Cardeais: D. José Saraiva Martins, prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos; D. José Policarpo, cardeal-patriarca de Lisboa; e D. Manuel Monteiro de Castro. Apenas D. José Policarpo e D. Manuel Monteiro de Castro são eleitores e elegíveis por terem actualmente menos de 80 anos, tal como os restantes 116 cardeais.

O dia exacto para o conclave de cardeais ainda não foi anunciado (deverá ter início em Março, segundo o Vaticano), mas a forma como decorrerá mantém-se inalterada há séculos. No primeiro dia, os cardeais reúnem-se na Capela Sistina à porta fechada. As chaves da sala são retiradas das portas e guardadas e o isolamento verificado pelo cardeal camerlengo, que tem a responsabilidade de organizar e supervisionar o processo de eleição.

Longe dos olhares do mundo, os cardeais, que juraram sigilo e arriscam a excomunhão, se o violarem, iniciam uma discussão secreta sobre as qualidades dos potenciais candidatos a Papa, que não têm de ser obrigatoriamente um dos seus pares, já que qualquer homem, maior de idade, baptizado pela Igreja Católica, pode ser eleito Papa.

Antes de se iniciar a votação, toda a área é escrutinada pela segurança em busca de microfones ou câmaras escondidas. O conclave pode demorar vários dias e até que termine, com o anúncio do novo Papa, os cardeais comem e dormem numa zona chamada “Domus Sanctae Marthae”, junto à Basílica de S. Pedro. Durante todo o processo, é vedado aos cardeais o contacto com o exterior. Só poderão ter acesso a assistência médica. À zona que envolve a sala onde decorre o conclave só podem aceder padres para as confissões e pessoal de manutenção e limpeza. Todas estas pessoas ficam obrigadas a uma cláusula de segredo absoluto sobre tudo o que ouvirem ou virem.

No primeiro dia do conclave é celebrada de manhã uma eucaristia pro elegendo Papa. Já no interior da sala onde o processo eleitoral vai decorrer, os cardeais ficam finalmente sozinhos, sem a presença de qualquer pessoal do Vaticano. Os cardeais podem votar apenas uma vez no primeiro dia de eleição, mas a partir do segundo dia devem votar duas vezes de manhã e outras duas à tarde.

Num boletim de voto em que se pode ler “Eligio in Summum Pontificem” (“Eu elejo como sumo pontífice…”), cada cardeal deve escrever o nome do seu eleito. Depois de recolhidos todos os votos, estes são contados e os nomes dos cardeais que receberam votos ditos em voz alta. Os boletins são depois queimados num forno. É o fumo que resulta da queima que fica visível na chaminé da Capela Sistina que anunciará ao mundo se a Igreja Católica já tem um novo Papa. Se o fumo negro se tornar branco, foi encontrado o sucessor do último sumo pontífice. Se se mantiver negro, haverá uma nova votação. O processo continua até que um dos candidatos reúna dois terços dos votos. É ainda necessário um voto adicional, se o número de votantes não for divisível por três. No entanto, este processo pode sofrer alterações, se, ao final de vários dias, não for alcançado um consenso. Pode decidir-se, por exemplo, que seja nomeado Papa o candidato que reúna mais de metade dos votos. Se ao fim de três dias de votação nenhum dos candidatos conseguir uma maioria de dois terços, o processo eleitoral é suspenso por um dia para orações e discussões informais.

Alcançada a maioria necessária é entregue uma espécie de resumo das votações e respectivos resultados ao recém-eleito Papa. O documento é depois selado e arquivado. Ao cardeal eleito é perguntado se aceita a nova função e qual o nome pelo qual quer passar a ser designado. O nome pelo qual o novo Papa escolhe ser designado é também avançado nessa altura. A 19 de Abril de 2005,  Joseph Ratzinger escolheu Bento XVI.

O anúncio de que foi eleito um novo sumo pontífice é depois feito através da chaminé da Capela Sistina, de onde sairá fumo branco. “Habemus Papam!” (“Temos Papa”, em latim), será anunciado em seguida pelo decano do Colégio dos Cardeais a partir da varanda da Basílica de S. Pedro. O novo Papa oferece depois a sua primeira bênção apostólica.

|Público|11/02/2013

Conferência TED chega ao Vaticano

Foto de Tiago A. Pereira! Imagem meramente ilustrativa

ROMA, 08 de Janeiro de 2013 (Zenit.org) Conhecido como o “Oscar das ideias”, a “Hollywood da genialidade”, um mix entre ciência, comunicação e entretenimento, TED (Technology Entertainment Design) apresenta “ideias que merecem ser espalhadas” ( “ideas worth spreading” ).

Começou como uma conferência anual na Califórnia que reunia pessoas para falar sobre suas melhores ideias e agora é um dos sites mais visitados do mundo (www.ted.com). A novidade é que em 2013, TED chega ao Vaticano.

Dia 19 de abril na Via della Conciliazione o cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura abrirá “TEDxviadellaconciliazione”, (www.TEDxviadellaconciliazione.com), um encontro mundial para falar sobre liberdade religiosa hoje.

Merece a nossa atenção:

Os 15 videos mais vistos de TED e 10 TED Talks sobre ser um líder inovador.

Para saber mais ZENIT entrevistou a organizadora do encontro, Giovanna Abbiati. Continuar a ler